
A separação espacial de estigmas e anteras (hercogamia) funciona para reduzir a autopolinização e evitar a interferência entre a dispersão e a recepção do pólen. Pouco se sabe sobre as relações evolutivas entre as principais formas de hercogamia. Kissling e Barret examinar essas relações em Exocênio, um gênero de ervas africanas, usando reconstrução filogenética. Eles descobriram que a distilia se originou uma vez de um ancestral com abordagem hercogâmica, apoiando um modelo teórico proposto por Lloyd e Webb em 1992. transições entre condições hercogâmicas e não hercogâmicas.
