Estratégias para proteger plantas de tomate contra patógenos incluem tratamento com produtos químicos sintéticos ou compostos derivados de patógenos e transferência de genes de resistência de espécies selvagens. Satkova et al. analisaram a expressão de 45 genes envolvidos em mecanismos de defesa em tomates silvestres e cultivados contrastando na resistência ao patógeno biotrófico Oidium neolycopersici.

Diferenças na expressão basal do gene foram encontradas entre resistentes (S. habrochaites) e suscetível (S. lycopersicum cv. Amador) genótipos. A aplicação de ácido β-aminobutírico e oligandrina induziu a expressão de transcritos relacionados à defesa e aumentou a resistência em genótipos suscetíveis, sugerindo que os diversos mecanismos de sinalização que ocorrem na resistência induzida por ácido β-aminobutírico (BABA) dependem do modo de aplicação e do tipo de planta.

Este papel faz parte do Annals of Botany Edição Especial sobre Imunidade Vegetal. O acesso será gratuito até junho de 2017 e após abril de 2018.
