As bromélias ocorrem em muitos ambientes oligotróficos, devido à evolução dos tricomas foliares, epifitismo e metabolismo CAM.

Massa foliar por área (MLA) da espécie em estudo
Massa foliar por área (LMA) das folhas das espécies de Bromelioideae Ananas bracteatus (tipo ecofisiológico II), Quesnelia arvensis, Aechmea blanchetiana e Neoregelia cruenta (tipo III), e nas espécies de Tillandsioideae Vriesea gigantea e Vriesea bituminosa (tipo IV) e Tillandsia cyanea (tipo V). Letras minúsculas diferentes indicam diferenças estatísticas entre as espécies, e letras maiúsculas indicam diferenças estatísticas entre os tipos ecofisiológicos (teste post-hoc ANOVA/Tukey HSD, α = 0).

Entre as bromélias, Tillandsioideae possui as características mais derivadas relacionadas a essas características. Usando métodos isotópicos e fisiológicos, Gonçalves et ai. avaliar as maneiras pelas quais os predadores terrestres contribuem para o estado nutricional e desempenho de diferentes subfamílias, espécies e tipos ecofisiológicos de bromélias. As bromélias apresentam um trade-off entre a estratégia de armazenar nitrogênio em aminoácidos, possivelmente para uso durante o estresse nutricional, ou usar nitrogênio para produção de proteína solúvel, talvez para crescimento rápido.