Estrigolactonas, brassinosteróides e autorregulação da nodulação
Estrigolactonas, brassinosteróides e autorregulação da nodulação

A simbiose entre leguminosas e bactérias rizóbios fixadoras de N é intensiva em energia e, como resultado, as plantas regulam a nodulação por meio de hormônios e mecanismos como o sistema de autorregulação da nodulação (AON). Foo et al. investigar as interações entre o sistema AON e dois hormônios recentemente mostrados para promover a nodulação, estrigolactonas e brassinosteróides. Eles descobriram que plantas duplamente mutantes de ervilha (Pisum sativum) que são interrompidos em elementos da via AON e que também são deficientes em estrigolactona ou brassinosteroide exibem fenótipos mutantes AON supernoduladores. A produção de estrigolactona não é afetada consistentemente nos mutantes AON, e os resultados indicam que estrigolactonas e brassinosteróides não atuam a jusante dos genes AON examinados. Eles argumentam que é provável que esses hormônios atuem independentemente do sistema AON para promover a formação de nódulos.