Traços de umidade foliar têm sido freqüentemente usados ​​para descrever processos ecofisiológicos e ecohidrológicos. No entanto, o efeito do tamanho da gota ao medir essas características e seu uso como substitutos para processos como a absorção de água pela folha raramente foram avaliados.

Folha de retenção de água
Retenção de água foliar (RAF) para cada volume de gota de água (5, 10, 15, 25 e 50 μL) para as 14 espécies analisadas, sete da Mata Atlântica (Parque Nacional da Floresta da Tijuca) e sete do Campo de Altitude (Parque Nacional de Itatiaia), Rio de Janeiro, Brasil. Cada linha representa uma espécie, e o cruzamento das linhas indica mudanças na classificação das espécies. Para detalhes completos, consulte Matos e Rosado (2016).

Matos e Rosado explorou esses elos perdidos e descobriu que o volume da gota de água é importante ao medir as características de umidade das folhas. As características de umidade foliar não foram relacionadas à absorção de água pelas folhas. Eles concluíram que a padronização dos volumes de gotas e a validação das características de molhamento foliar são necessárias antes de usá-las para inferir processos ecofisiológicos.