Os meristemas florais têm a capacidade de se expandir ao longo de seu desenvolvimento, gerando espaço para novas estruturas.

Claßen-Bockhoff e Meyer demonstrou isso pelo exemplo da formação da coroa em maracujá. Os elementos corona conspícuos surgem como estruturas 'de novo' com expansão contínua do receptáculo. O espaço aberto obviamente induz sua formação como um processo auto-regulador. Considerar as condições espaço-temporais amplia nossa visão sobre os meristemas florais, esclarece a homologia e permite novas interpretações em combinação com dados moleculares, filogenéticos e morfogenéticos.
