Os alopoliploides exibem níveis e padrões de variação genética diferentes dos típicos dos diploides. Até agora, pouca atenção foi dada à distribuição da diversidade alélica em tais espécies, particularmente como distribuída entre os componentes ancestrais do genoma combinado.

O musgo de turfa Sphagnum × falcatulum na Ilha do Sul, Nova Zelândia, com gametófitos alo-alo-triploides (3n) e esporófitos jovens, supostamente alo-alo-hexaplóides (6n) (pequenas esferas marrons nas plantas perto do centro da imagem) sendo presente.
O musgo de turfa Sphagnum × falcatulum na Ilha Sul, Nova Zelândia, com gametófitos alo-alo-triploides (3n) e esporófitos jovens, supostamente alo-alo-hexaploides (6n) (pequenas esferas marrons em plantas perto do centro da imagem) presentes. Foto tirada por EF Karlin.

Usando marcadores SSR ancestralmente indicativos, Karlin e Smouse explore a diversidade alélica no musgo de turfa Sphagnum, um alopoliploide com genomas componentes de três espécies ancestrais diferentes. Indivíduos únicos deste musgo, que ocorre em toda a zona temperada do Hemisfério Sul, contêm a maior parte (83%) da diversidade alélica dentro das espécies nesses marcadores.

Capa de edição especial de poliploidia

Este papel faz parte do Annals of Botany Edição Especial sobre Poliploidia em Ecologia e Evolução. Será de acesso gratuito até outubro de 2017, ficando disponível apenas para assinantes até agosto de 2018, quando voltará a ser de acesso gratuito.