Abordagens de modelagem que revelam como uma planta aloca carboidratos para os diferentes órgãos são de grande interesse, uma vez que a alocação de carboidratos determina muitos processos de crescimento. Neste estudo, Pallas et al. descrevem uma abordagem de modelagem que permite a simulação da alocação de carboidratos e crescimento de órgãos em macieiras por meio do acoplamento de dois modelos, MappleT e QualiTree.

Representação esquemática do procedimento usado para converter grafos de árvore multiescala (MTGs) gerados pelo MappleT em arquitetura QualiTree em um exemplo simplificado.
Representação esquemática do procedimento usado para converter gráficos de árvore multiescala (MTGs) gerados pelo MappleT na arquitetura QualiTree em um exemplo simplificado. (A) MTG gerado pelo MappleT e representado na escala da unidade de crescimento (GU). (B) Conversão do MTG na arquitetura QualiTree descrita na escala da unidade de produção. S, M, L e I referem-se a GUs curtas, médias, longas e de inflorescência, respectivamente. (C) Representação esquemática da planta no MappleT. (D) Representação esquemática da planta no QualiTree. Os números em C referem-se ao rótulo GU. Imagem de Pallas et al. (2016)

O modelo acoplado foi adequado para simular características de crescimento nas escalas de árvores e órgãos. Esta abordagem de modelagem mostra a necessidade de simular com precisão o impacto das distâncias entre fontes e sumidouros, bem como as características ontogenéticas da parte aérea, a fim de representar a variabilidade de crescimento observada na arquitetura da árvore.