Apesar da contribuição da variação fenotípica nas morfologias florais para a especiação, a diversidade de espécies tem sido reconhecida por morfologias modais onde a variação é calculada em média.

Aqui você encontra Kitazawa e Fujimoto mostram uma relação entre o fenótipo representativo da espécie e a variação fenotípica, analisando quantitativamente a variação intraespecífica do número de órgãos nas flores de Ranunculaceae e o número de flores nos capítulos de Asteraceae. A relação seguiu uma função matemática comum, mostrando robustez nos números de órgãos representativos da espécie.
