A perda da viabilidade das sementes tem sido associada a processos de deterioração que são parcialmente causados ​​por danos oxidativos. A quebra de dormência, característica da semente que impede a germinação em épocas desfavoráveis, também tem sido associada a processos oxidativos. Não está claro quanta sobreposição existe entre esses mecanismos nem os papéis específicos desempenhados pelo oxigênio e pelas espécies reativas de oxigênio.

Helianthus
Helianthus annuus. Foto: Hiroyuki Takeda/Flickr.

Morscher et ai. estudar perfis antioxidantes em girassol fresco (dormente) ou depois de amadurecido (não dormente) (Helianthus) embriões submetidos a deterioração controlada em condições ambientais ou elevadas de O2, e descobriram que a quebra de dormência e a perda de viabilidade se correlacionam com a oxidação significativa do ambiente redox celular, avaliada por meio do estado redox da glutationa, alterações nas atividades das enzimas antioxidantes e carbonilação de proteínas. Por outro lado, o ambiente lipídico permanece bastante estável, mesmo em sementes mortas. Alto O2 as concentrações aceleram o alívio da dormência, mas surpreendentemente não aceleram a taxa de perda de viabilidade.

Este artigo aparece na edição especial Reações ROS e NO em Plantas.