Flor de palha japonesa (Achyranthes japonica) e amaranto Palmer (Amaranthus palmeri) na mesma densidade no experimento de campo controlado conduzido na Southern Illinois University. Crédito da foto: Lauren Schwartz.
Flor de palha japonesa (Achyranthes japonica) e amaranto Palmer (Amaranthus palmeri) na mesma densidade no experimento de campo controlado conduzido na Southern Illinois University. Crédito da foto: Lauren Schwartz.

Espécies invasoras representam uma ameaça para todos os ecossistemas e, portanto, existe um forte incentivo para prever quais espécies se tornarão invasoras antes que se disseminem demais e se tornem incontroláveis. Em um estudo recente publicado em AoB PLANTS, Schwartz et ai. Conduziram um experimento plurianual, com replicação temporal, em estufa e em campo, baseado em características funcionais das plantas, quantificando a capacidade competitiva e realizando comparações filogenéticas para determinar o potencial invasor de quatro espécies intimamente relacionadas, que variam em status de invasão, ciclo de vida e habitat. Os resultados sugerem que essas espécies intimamente relacionadas exibem capacidades competitivas semelhantes e que a capacidade invasora, e não o ciclo de vida ou o habitat dessas espécies, parece ser o fator determinante da competitividade.