
Grupos recentemente irradiados representam um desafio taxonômico mesmo com extensos dados moleculares, pois podem ser geneticamente diferenciados apenas em regiões pequenas e/ou irregulares do genoma. Griffin e Hoffmann investigar a estrutura das espécies entre os Poa que dominam a zona alpina australiana, que irradiaram nos últimos 0.5-1.2 milhões de anos. Usando uma abordagem bayesiana para co-estimar árvores genéticas nucleares e de cloroplastos com uma árvore geral datada, eles descobrem que a maioria das espécies não são geneticamente distintas, apesar dos fenótipos distinguíveis, o que sugere divergência adaptativa recente com fluxo gênico intertaxônico em andamento.
