As angiospermas são o grupo de plantas terrestres mais rico em espécies, mas sua origem, juntamente com sua rápida e intensa diversificação, ainda requer uma explicação. Explicações mais elaboradas podem surgir do estudo das tendências evolutivas entre táxons e ao longo do Fanerozóico, bem como da integração entre ideias que vêm de várias disciplinas.

Desenvolvimento da espécie ao longo do tempo
(A) Número de espécies de plantas (redesenhado de Niklas et al., 1983) e (B) número de famílias de tetrápodes (redesenhado de Sahney et al., 2010a) pertencentes aos principais clados ao longo do Fanerozóico. Os pontos representam o número máximo de espécies/famílias já registrado em um único ponto no registro paleontológico em relação ao tempo estimado de radiação evolutiva inicial e sucesso. Observe que 'gimnospermas' nesta figura também inclui ancestrais angiospermas (entre o tempo de divergência genética das gimnospermas e angiospermas existentes aproximadamente 350Mya e o primeiro surgimento de angiospermas verdadeiras), conforme descrito na seção 'Nova cronologia abre novos horizontes'. Chave para períodos geológicos: O, Ordoviciano; S, Siluriano; D, Devoniano; C, Carbonífero; P, Permiano; T, Triássico; J, Jurássico; K, Cretáceo; Pg, Paleógeno; Ng, Neogene. Detalhes completos em Katz (2018).

Descrições de cronologias evolutivas devem integrar filogenias moleculares, paleontologia descritiva e paleoecologia. Katz explora a teoria de que 'biodiversidade cria biodiversidade' com evidências de ecologias passadas e presentes, em particular com foco nas mudanças de efeito na herbivoria e disponibilidade de recursos durante o período Fanerozóico.