A poliploidia em plantas tem sido estudada extensivamente. Em muitos grupos, dois ou mais citótipos representam entidades biológicas separadas com distribuições, histórias e ecologia distintas.

Mandak et al. analisaram a variação do nível de ploidia em populações de Alnus glutinosa por toda a Europa. Além de populações diplóides, eles relatam pela primeira vez a ocorrência de populações tetraploides de A. glutinosa. A distribuição dos tetraploides está longe de ser aleatória, formando duas populações geograficamente muito bem delimitadas. A primeira situa-se na Península Ibérica estendendo-se até ao Norte de África. A segunda ocupa a área dos Alpes Dináricos, estendendo-se até o sudoeste da Grécia.
