Genômica da Bioenergia 2017 vê a sessão 4 mergulhar no campo da genética e genômico abordagens para o melhoramento de culturas de biomassa. A pesquisa coletiva aborda a função dos genes das culturas bioenergéticas associadas a características desejáveis, bem como a hereditariedade dessas características controladas geneticamente. A importância dessas abordagens em sua contribuição para culturas de biomassa resilientes para futuras condições climáticas é resumida pelo trabalho de estabelecimentos de pesquisa especializados, como, Tecnologias SweTree, em colaboração com institutos acadêmicos.

Uma tentativa abstrata de ilustrar a genômica
Imagem: Canva

A exibição do trabalho na sessão apresenta uma gama diversificada de alvos de genes para o melhoramento de culturas de bioenergia. Os usos extensivos da biomassa lenhosa significam que ela pode substituir produtos à base de petróleo. No entanto, as características da madeira estão entre os fatores que impedem a transição para uma economia baseada na biomassa. Os estudos, portanto, avançaram no conhecimento genético e genômico da formação da madeira e lignina contente. A anatomia da madeira em condições de seca foi analisada, bem como a redução da probabilidade de perdas de produtividade como resultado da modificação da lignina. Também tem sido dada atenção às moléculas sinalizadoras de plantas, como ácido abscísico (ABA), conhecido por mediar respostas de estresse abiótico. Compreender os processos essenciais é de extrema importância para garantir a entrega sustentável de biomassa em ambientes projetados, bem como a conversão viável em produtos úteis.

lascas de salgueiro
Lascas de madeira de salgueiro. Foto: Suzanne Milner

Estratégias foram delineadas para melhorar geneticamente a eficiência do processo mais fundamental em todos os sistemas vegetais, a fotossíntese. Ganhos consideráveis ​​de rendimento poderiam ser alcançados, pois os relatórios já forneceram evidências para o aprimoramento artificial da fotossíntese na presença de concentrações elevadas de dióxido de carbono (CO2). Além disso, considerando todo o sistema, estão sendo feitos esforços para desenvolver variedades bioenergéticas de raízes mais profundas, com benefícios tanto para a cultura quanto para o meio ambiente. Os benefícios ambientais também foram revelados por experimentos que analisam o futuro do cultivo de bioenergias resistentes ao sal em áreas afetadas pelo sal.

O trabalho apresentado demonstra o potencial para melhorias anatômicas, fisiológicas e moleculares da cultura. A progressão contínua no desenvolvimento de abordagens genéticas e genômicas está permitindo que os pesquisadores explorem capacidades de modificação anteriormente inacessíveis. A perspectiva de incorporar uma combinação dessas melhorias no futuro é extremamente empolgante para a ciência das culturas de bioenergia e o manejo da terra.