As cutículas cerosas que revestem as superfícies das plantas foram relativamente bem estudadas em táxons de plantas vasculares, mas não está claro o quão semelhantes elas podem ser em linhagens distantes.

Cobertura de cera em três estruturas principais de Funaria hygrometrica.
Cobertura de cera em três estruturas principais de Funaria hygrometrica. A quantidade total de cera de cada estrutura é expressa em termos de massa de cera (μg) por área de superfície extraída (cm²). As alturas das barras e as barras de erro representam a média e o desvio padrão de três amostras independentes, respectivamente. As letras indicam diferenças significativas com base nos testes post-hoc de Tukey (P < 001) e ANOVA (F2,6 = 111,3, P < 0,001). Detalhes completos em Busta et al. (2016).

Busta et ai. apresentar análises abrangentes das ceras no musgo modelo Funaria higrométrica incluindo, pela primeira vez, medições da quantidade de cera por área de superfície e uma comparação de três estruturas de musgo aéreo. Esses resultados são discutidos no contexto da evolução das plantas, as relações entre as estruturas dos musgos parentais e descendentes e a biossíntese de compostos de cera cuticular.