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de Richard A. Jorgensen, Guanajuato, México
Vamos admitir uma verdade infeliz: a pesquisa agrícola na maior parte do mundo é baseada em modelos antigos que não nos servem mais bem no século XXI, à medida que as terras aráveis ​​diminuem, as populações aumentam e o clima está mudando. Uma visão dramaticamente nova é necessária para refazer a pesquisa agrícola, talvez radicalmente, para enfrentar os desafios do mundo em que nos encontramos hoje. Aqui está uma tentativa de começar a desenvolver tal visão.


(1) Devemos aprender a valorizar igualmente a pesquisa fundamental (básica) e aplicada.
(2) Precisamos de uma pesquisa fundamental muito mais forte do que existe atualmente
(3) A Ciência Aplicada deve ser reorganizada em torno de grandes conceitos

(4) Para repetir e estender o primeiro ponto acima (porque é tão importante), o sucesso requer que promovamos o desenvolvimento de novas culturas e novas comunidades que coincidam com as necessidades, não com a tradição. As necessidades de novas comunidades são muitas e variadas.

Alcançar essa visão exigirá que abandonemos hábitos e noções preconcebidas para trabalhar no sentido de compreender as diversas culturas e comunidades que compreendem pesquisa, extensão e indústria e encontrar novas maneiras de reuni-las produtiva e criativamente para criar sinergias e alcançar eficiências. As formas específicas de alcançar essa visão serão muitas e variadas e exigirão os esforços criativos de cientistas, engenheiros, financiadores, participantes da indústria e formuladores de políticas em todos os lugares.

Por onde devemos começar? Três áreas principais precisam ser drasticamente reorganizadas: as formas como financiamos a pesquisa, as formas como organizamos nossas instituições de pesquisa e as formas como definimos o sucesso e avaliamos o progresso em direção às metas acima.

As prioridades de financiamento precisam ser drasticamente reorientadas”.
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