Elaióforos florais de <i>Vitekorchis</i>, <i>Cyrtochilum</i> e <i>Oncidium</i>
Elaióforos florais de Vitekorchis, Cyrtochilum e Oncidium

Abordagens moleculares têm sido usadas para investigar a filogenia da subtribo Oncidiinae, resultando no recente realinhamento de vários de seus gêneros. Davies et al. comparar os elaióforos florais (glândulas de óleo) de quatro espécies anteriormente atribuídas a Oncidium (Oncidiinae), a saber gomesa longipes, Vitekorchis excavata, Cyrtochilum meirax e floralmente dimórfico Oncidium heteranthum. Eles descobrem que, exceto por C. meirax, que carece de elaióforos óbvios, essa estrutura ocorre no calo labelar, possui regiões glabras e tricomatosas e compreende uma epiderme secretora de camada única, sem células paliçádicas, sendo o óleo produzido pelo retículo endoplasmático liso ou como plastoglóbulos nos elaioplastos. Os estágios subsequentes de secreção diferem pouco entre as espécies, com o óleo atravessando a parede celular e se acumulando sob a cutícula distendida. O dimorfismo floral tem pouco efeito na estrutura do elaióforo.