
sementes de muitos Viburno espécies apresentam dormência de epicótilo, mas pouco se sabe sobre as exigências de temperatura para a emergência da radícula e da parte aérea. Cão <em>et al.</em> incubar sementes frescas e pré-tratadas de V. betulifolium e V.parvifolium sob vários regimes de temperatura e descobrem que a estratificação quente é necessária para quebrar a primeira parte da dormência fisiológica (PD), permitindo o crescimento do embrião e subsequente emergência da radícula. A estratificação a frio não é necessária para a diferenciação do epicótilo-plúmula, mas é necessária para quebrar a segunda parte do DP, permitindo que o broto emerja na primavera.