
As plantas usam a luz difusa com mais eficiência do que a luz direta, mas muitas vezes é difícil quantificar isso experimentalmente devido a efeitos de confusão, como diferenças na intensidade da luz. Li et al. combinar estudos de estufa com simulações de modelo para examinar a fotossíntese em tomate (Solanum lycopersicum) e concluem que a maior produção em luz difusa resulta principalmente de uma distribuição de luz horizontal e vertical mais homogênea. Além disso, as plantas se aclimatam a um alto nível de difusão, obtendo uma maior capacidade fotossintética das folhas no meio da safra e um maior índice de área foliar. A luz difusa também resulta em temperaturas foliares mais baixas e menos fotoinibição no topo da copa quando a irradiância global é alta.
