As variedades comestíveis de banana passaram por uma série de gargalos durante sua evolução e domesticação, resultando em uma série de genótipos originais que se diversificaram clonalmente. sardos et al. genotiparam mais de 500 bananas cultivadas e parentes silvestres usando marcadores DArT.
Resultados obtidos de STRUCTURE para a análise da amostra selvagem completa (94 indivíduos) (A) Ln(K) mediana e ΔK mediana (Evanno et al., 2005). (B) Particionamento dos indivíduos de acordo com seu coeficiente de pertinência Q entre os grupos K para K = 2, 3, 4 e 8. O cluster I é composto por 27 M. acuminata banksii; cluster II de seis M. acuminata burmannica/burmannicoïdes; cluster III de uma M. acuminata errans e três M. acuminata qualificadas como híbridas; cluster IV de 13 M. acuminata malaccensis; cluster V de duas M. acuminata microcarpa; cluster VI de uma acessão qualificada como híbrida, de duas M. acuminata siamea, de uma M. acuminata truncata e uma M. acuminata sem subespécies conhecidas; cluster VII de sete M. acuminata zebrina; grupo VIII de híbridos entre M. acuminata e M. schizocarpa; grupo IX de 11 M. balbisiana; e grupo X de 11 M. schizocarpa.
Eles identificaram dois grupos genéticos principais no pool genético cultivado de diplóides comestíveis que questionam a ocorrência de dois centros-chave de domesticação, na Nova Guiné e no sudeste da Ásia. Subgrupos policlonais também foram identificados, destacando ainda mais as diferenças evolutivas no surgimento das atuais cultivares de banana comestível.