Prevê-se que as alterações climáticas tragam temperaturas mais quentes e padrões de precipitação mais variáveis ​​em todo o mundo, padrões que dependerão da capacidade da flora mundial para absorver carbono nestas novas condições. Num estudo recente publicado em AoB PLANTS, Smith et ai. submeteram mudas de árvores de folha caduca crescendo em um ecossistema de campo antigo em Massachusetts, EUA, ao aquecimento e à precipitação alterada.

Medições das trocas gasosas das folhas sendo realizadas no Boston Area Climate Experiment (BACE).
Medições das trocas gasosas das folhas sendo realizadas no Boston Area Climate Experiment (BACE). Visíveis são aquecedores infravermelhos de cerâmica usados ​​para aquecer o dossel da planta, bem como ripas de policarbonato de plástico transparente usadas para remover a chuva ambiente. Crédito da foto: Nick Smith.

Eles descobriram que a absorção de carbono pelas folhas era maior nas condições mais frias e úmidas, um efeito impulsionado pelo aumento da disponibilidade de água no solo nessas parcelas. Suas descobertas sugerem que o aquecimento pode reduzir a absorção de carbono pelas folhas ao diminuir a umidade do solo, um efeito que será exacerbado durante os períodos de seca.