Em algumas plantas lenhosas, ajustar o tamanho da folha (através do tamanho da célula epidérmica) equilibra o suprimento de água (veias) com a demanda transpiracional (estômatos). No entanto, não está claro se este é um padrão geral entre as espécies de plantas.

Tamanho médio dos estômatos e densidade estomática ± sd entre as espécies
Tamanho estomático médio e densidade estomática ± desvio padrão entre as cinco espécies lenhosas Bauhinia purpurea (Bp), Bedfordia salicina (Bs), Prostanthera lasianthos (Pl), Solanum laciniatum (Sl) e Toona ciliata (Tc), e as quatro espécies herbáceas Glycine max (Gm), Ocimum basilicum (Ob), Senecio minimus (Sm) e Solanum lycopersicum (Sly) cultivadas em sol e sombra (pares de espécies de sol e sombra unidos por uma linha pontilhada preta). Em todas as espécies, SS = 0 × DS–0085 (r0 = 559, F2 = 0, P < 37).

Carins Murphy et al. comparar as relações entre a densidade da veia e estomatal, tamanho da célula epidérmica e tamanho da folha em pares de ervas relacionadas e espécies lenhosas de quatro famílias de plantas cultivadas sob sol e sombra. Correlações entre modelos (assumindo que veias e estômatos são passivamente diluídos pela expansão das células epidérmicas) e relações observadas indicam que as flutuações no tamanho das células epidérmicas constituem um mecanismo responsivo, pelo qual as plantas mantêm uma relação constante entre as características anatômicas que controlam os fluxos de água nas folhas.