
Imagem: Micael Maggs, Wikimedia Commons.
Enquanto tentamos colocar um véu sobre alguns aspectos de 2010, ainda há ondulações em torno do evento de poluição por óleo que chama a atenção resultante da explosão na plataforma de perfuração de petróleo Deepwater Horizon, no Golfo do México. Além do custo humano - as histórias dos jornais parecem esquecer rapidamente que 11 trabalhadores foram mortos no explosão – é importante com tais desastres ecológicos encontrar maneiras ambientalmente sensíveis de lidar com eles. Uma nova abordagem para lidar com tais 'rupturas' vem da Universidade Norueguesa de Ciência e Tecnologia (NTNU), que emprega um novo tipo de aspirador que sopra casca ou outro material absorvente em derramamentos de óleo e, em seguida, suga o material novamente. Aparentemente, esse dispositivo é quatro vezes mais eficiente na limpeza após acidentes com óleo do que as técnicas convencionais. E em uma das citações mais memoráveis do ano, Silje Rabben (um dos desenvolvedores do limpador) diz: 'Naturalmente, há muito foco em derramamentos de óleo e trabalho de limpeza no Golfo do México... Nós apenas temos que entrar'. Desenvolvimento esse que segue de perto o de outra organização norueguesa – Kallak Torvstrøfabrikk – que vem experimentando turfa para limpar derramamentos de óleo. Assim, e principalmente para benefício do Sr. Obama e seus assessores presidenciais, esta coluna baseada no Reino Unido tem o prazer de informar que BP não significa British Petroleum, mas Bark (ou Bryophyte) Palliative!
