Victor é um biólogo apaixonado pelos processos que moldam as interações entre plantas e polinizadores. Ele se dedica a compreender como a urbanização influencia essas interações e como tornar as cidades mais amigáveis aos polinizadores.
Assim como pássaros e mamíferos, os besouros noturnos podem ser polinizadores essenciais, ajudando a polinizar uma das plantas nativas mais conhecidas da Austrália.
Orobanche flava pode roubar recursos de outras plantas debaixo da terra, mas, acima do solo, usa aromas florais que mudam para atrair os insetos que precisa.
Em Saxifraga fortunei, uma mudança de cor do pistilo, de amarelo para vermelho, pode indicar às moscas-das-flores e às abelhas quais flores ainda valem a pena visitar.
Pesquisas realizadas nos Alpes Australianos revelam que algumas flores da montanha funcionam como aquecedores solares em miniatura, oferecendo aos polinizadores refúgios aquecidos quando as condições de frio os manteriam no solo.
Uma nova pesquisa mostra que uma pequena orquídea da montanha garante a reprodução antes mesmo de suas flores se abrirem e pode se sair melhor por meio da autofecundação do que pelo cruzamento com orquídeas vizinhas.
Um estudo realizado na África do Sul revela que as plantas que florescem após incêndios não estão correndo um risco, mas sim contando com uma aliança inesperadamente resiliente com os beija-flores.
Ao rastrear borboletas em parques urbanos, os cientistas descobrem como as decisões de planejamento urbano influenciam não apenas quais espécies sobrevivem, mas também como elas vivem.
Uma nova pesquisa mostra que as plantas que prosperam em estacionamentos têm sucesso não apenas por serem resistentes, mas também porque espalham seu pólen e sementes de muitas maneiras diferentes.