A gênese da prática agrícola marca um dos eventos mais importantes da história da humanidade. Baixo CO atmosférico2 já demonstrou limitar a produtividade dos progenitores selvagens de C3 e C4 culturas fundadoras, em parte devido ao efeito direto da redução de CO2 disponibilidade na fotossíntese. Neste estudo, Cunniff et al. investigar o papel indireto do baixo CO2 sobre a limitação de biomassa mediada pelo estado hídrico da planta em culturas de cereais.

Mudanças na transpiração diária na escala foliar em espécies C4
Alterações na transpiração diária em escala foliar (Eleaf) nas espécies C4 (A) P. miliaceum e (B) S. viridis e nas espécies C3 (C) H. spontaneum e (D) T. boeoticum, ao longo de um ciclo de secagem de 3 dias (D1–D3). As plantas foram cultivadas a pCO2 de 18 Pa (símbolos fechados) e 27 Pa (símbolos abertos). Os dados representam a média ± erro padrão de quatro repetições. Os códigos de significância são ***P < 0,001, **P < 001 e *P < 0,05, ns = não significativo. Os valores de Eleaf estão em uma escala diferente para as espécies C3 e C4.

Eles descobriram que o status hídrico reduzido da planta causou um feedback negativo na abertura estomática em plantas em CO glacial2, reduzindo assim a fotossíntese. Esses efeitos indiretos foram mais fortes no C4 espécies.