
A domesticação de plantas depende da percepção humana da variação intraespecífica e opera por meio de práticas de manejo. Aguirre-Dugua et ai. examinar o reconhecimento das variedades (uma silvestre, três domesticadas) da cabaça Crescentia Cujete pelo povo maia no México em relação à morfologia dos frutos e processos contínuos de seleção humana. Os resultados mostram que a nomenclatura Maya está relacionada a uma preferência por variedades domesticadas com frutos maiores, mais redondos e mais grossos. A propagação vegetativa de variedades preferidas manteve uma distribuição diferencial de haplótipos de cpDNA em aldeias em comparação com populações selvagens simpátricas, embora a tolerância de árvores espontâneas favoreça a introgressão de populações selvagens.
